Saint Seiya World

O melhor fórum de RPG Saint Seiya já feito!!!
FórumPortalFAQBuscarRegistrar-seLogin
 

Salão Central

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3
AutorMensagem
Draixen de Gêmeos
Cavaleiro de Ouro Administrador
Cavaleiro de Ouro Administrador



Idade : 18
Registrado dia : 31 Mar 2008
Mensagens : 1311
AVISOS : 
0/100/100/10 (0/10)
Força : 60 +15
Resistência : 60 +15
Agilidade : 60 +15
Energia : 60 +15
Cosmo (%) : 
1/1001/1001/1001/100 (1/100)
Vida (%) : 
25/10025/10025/10025/100 (25/100)
Armadura : http://img519.imageshack.us/img519/6369/gemeosprontoparasiteqt3.jpg

Cavaleiro
Vida:
250/3000  (250/3000)
Cosmo:
100/10000  (100/10000)

MensagemAssunto: Re: Salão Central   Qua 29 Out 2008 - 3:22

Reçomeçara...

Até mesmo um mero mortal era capaz de sentir o mal estar que se impregnava por todo o mundo na forma mais pavorosa que existia... Um cosmo maligno. Em minha situação atual, era impossivel dizer o que me afetava mais, se era o fato de não estar lá, honrando a memória de Atlântida ou se era as trevas que me cercavam cada vez mais enquanto eu me passava por Odin.

Devo reconhecer que não era ruim me ver como o deus nórdico. Assim passei por coisas inimaginaveis e tive a oportunidade de ser abençoado com uma pequena luz sobre tudo, principalmente a humilhação que ele sofrera. Então era essa a prentenção do todo poderoso senhor da Guerra? O modo do olhar, do agir, tudo era um reflexo da dor de outros. Uma dor que lhe dava prazer, lhe fazia sentir o rei dos reis. E isso me enojava profundamente. Mas havia um consolo: Saber que Odin e Athena finalmente estavam reunidos. Uma aliança dessa magnitude deveria ter algum objetivo maior. E se Odin seguisse o plano, eu poderia ser o remanescente de uma era que viu a dor acabar em Atlântida...

Subitamente, senti uma explosão poderosa de cosmo. Uma onda acabava de bater na costa com violência tal que era difícil de descrever. Seria esta capaz de destruir a casa sustentada por uma base tão fragil? Ou serviria de inspiração para que esta fosse fortalecida? Eu não sabia dizer, mas os cosmos que senti eram inconfundíveis: Antigos cavaleiros de ouro, agora servos de Hades. Suas almas imploravam piedade de modo que atingia meu coração, forçando-me a lutar para permanecer de pé. Esse era o poder que Hades guardara por todo esse tempo?


//Deuses... O que estará acontecendo naquele lugar? Cosmos se excedem e se extinguem com a velocidade da luz... E ainda há a Kitsune... Espero sinceramente que Odin realize seu objetivo, antes que Ares...//

Rapidamente cortei meu pensamento. O cosmo de Saga se fazia audivel, mais do que os outros. Além disso, a sombra de Atlântida começara a inquerir a verdade de Navaia, tomado de pavor indescrítivel, algo que passo despercebido aos cavaleiros do local. Um misto de alegria e satisfação passou por minha mente, pois finalmente eu achara a chave. Demorara tanto, e finalmente ela estava ali, quase que fora do meu alçance... Mas eu haveria de tê-la e colocaria um fim em tudo isso.

Enquanto isso, Draixen quase não mais respondia. Sua mente estava suportando toda a dor que devia ser suportada para que pudessemos usar nosso cosmo e principalmente, manter a farsa. Tentava em vão ouvi-lo, mas ele fechara-se em seu próprio mundo. Um que eu sabia como entrar, mas omiti minha vontade. Iria permitir que ele descansasse ou lutasse, conforme ele acreditava ser o correto. Meu medo? Ver um sacríficio desnecessário, coisa que eu poderia esperar de meu "outro eu"...

_________________
Fabula Nova Cristallis - Final Fantasy Versus XIII


Spoiler:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
.::NARRADOR::.




Registrado dia : 16 Jul 2008
Mensagens : 43
AVISOS : 
0/100/100/10 (0/10)
Força : ???
Resistência : ???
Agilidade : ???
Energia : ???
Cosmo (%) : 
100/100100/100100/100 (100/100)
Vida (%) : 
100/100100/100100/100 (100/100)
Armadura : http://img81.imageshack.us/img81/820/armaduraaprendizprontopvw2.jpg

MensagemAssunto: Quest - A Trindade.   Dom 14 Dez 2008 - 21:21

Odin chegara ao seu castelo.Agora não mais como um prisioneiro, e sim como o Senhor de toda Asgard. Era difícil acreditar que em meses atrás ele não passava de um “servo” de Ares, em seu próprio reino. Em sua resolução, prometera destruir-lo por tamanho ultraje, mas agora a situação havia mudado. Não era apenas seu orgulho que estava em jogo, mas também sua vida e a de seu povo. Tudo isso pesava na balança de sua consciência, e apenas uma coisa equilibrava tudo: o geminiano preso em seu lugar, sacrificando sua vida por um deus que não tinha qualquer devoção.

Isso intrigara Odin. E muito. Acostumado com seus sacrifícios e rituais, era normal que não houvesse nada de estranho na ação de Draixen, exceto pelo fato que ele não o servia. Não tinha qualquer obrigação com ele, e nem precisava realizar tamanho ato de altruísmo pelo próprio deus nórdico. Parecia que servi Athena não era suficiente... Para o dourado guardião da terceira casa do Santuário, sua obrigação era com o mundo, e nada mais. O que precisasse ser feito, ele faria. Conseqüências? Ele provara que suportaria todas, não importando quais fossem: Não havia acabado de mostrar isso a ele mesmo, a Athena e todos os outros deuses? Essa verdade, essa vontade de proporcionar ao mundo a paz que ele tanto almeja era invejável, e no mínimo louvável. Odin entendia isso, e por isso acreditava que Draixen não poderia morrer. Não agora. Seu destino não seria cumprido se ele morresse como um deus. Ele precisaria morrer como um humano, sendo lembrado de tudo que fizera, principalmente de suas imperfeições, pois não o tornavam perfeito, apenas comum. E isso sim fazia a diferença para o geminiano.

Imerso em seus pensamentos, Odin não notara a apreensão ao seu redor. Yuriko, mesmo por baixo da máscara, tinha a respiração ofegante: Seria o frio, ou a importância da missão para si? Prometera à Athena que voltaria com aquele que era digno de tamanho carinho e afeição da deusa da sabedoria. E por que então, mesmo após anos de treinamento para estar na posição que estava, seguindo o legado das Shiyoramas, suas mãos suavam frias e ela receava? Com a mesma apreensão, dirigiu-se a Odin, rezando para que ele a ouvisse e voltasse ao mundo real.


-Nobre Odin, algo o atormenta?
-Não, nada me atormenta, nobre raposa. Estive mergulhado em meus pensamentos tão profundamente que não cheguei a perceber a passagem do tempo. Vamos, pois serás fundamental para libertar Draixen e desfazer a magia que ele usou sobre nós. Avante cavaleiros! Avante Duhbe, Megrez e Bragi, honrem meu nome em batalha e me provem quem verdadeiramente vocês são, poderosos servos de Asgard!

Com tais palavras, ele avançaram pelo corredor. Brandiam seus cosmos como flâmulas, mostrando a que vieram, inspirando medo em seus inimigos. Os dois servos de Odin ali reunidos estavam com sua resolução indestrutível, e armados com a confiança lhes passada por seu senhor, Odin.

Após alguns minutos, chegaram ao salão principal. Portas lacradas magicamente. Tão obvio. Era simplesmente impossível entrar no local.

Ao menos, é claro, que não estivessem acompanhados pelo senhor do castelo.

Odin parou imponente em frente à porta. Seu olhar permanecia indecifrável. Após alguns poucos segundos, ele alterou o tom de voz, dirigindo-se ameaçadoramente para o portão que impedia o progresso da missão.


-Abra e permita a passagem de todos reunidos aqui. Quem te ordena sou eu, Odin, senhor de toda Asgard!

Como se tivesse vida, a porta silenciosamente abriu. A visão que tiveram foi no mínimo aterradora. Ao passo que os portões abriam-se, uma nuvem espessa de poeira invadiu seus pulmões, enquanto um desespero incompressível ganhou vida em seus corações. Ilusões de todos os tipos atacavam suas mentes, mas ainda era possível ver a sutil diferença entre o real e a fantasia. Todos avançaram ainda atordoados com o súbito ataque mental que sofreram, pois que tipo de inimigo teria tamanho poder?

A resposta veio logo a seguir.

Draixen estava jogado a um canto, de joelhos e ensangüentado. Seus cabelos longos cobriam-lhe a face, mas seus olhos, exóticos pelas duas cores que apresentavam, não escondiam a fúria que emanavam com tanto prazer. Finalmente a besta havia se soltado. O problema era: A que preço?

Os responsáveis estavam logo à frente. Uma mulher linda, trajando uma armadura completamente branca com tons em cores rosa e negra. Inspirava uma doçura no olhar, para depois trazer a destruição a todos. O outro era um homem com cabelos azuis, na altura de seus ombros, olhos completamente negros, uma cicatriz em sua face e portava uma armadura completamente rubra com detalhes em azul marinho, como se fosse uma pintura rústica. Sua expressão era indizível. Ele parecia não sentir nada, apenas estava lá, enfrentando o geminiano.


-Veja Kiara, a cavalaria acaba de chegar. Parece que nossa diversão está começando...
-Não se preocupe com eles, Dríope.Draixen é nosso alvo, e não podemos deixar que ele escape. Ele em seu estado atual poderia nos dar muito trabalho...
-Claro que sim, e peço que não perca tua concentração irmã. A Harmonia e o Desespero são insuperáveis se juntos.

Com essa frase, Dríope atacou. O cenário mudara completamente, agora nada que ali estava passava de trevas. Os movimentos se tornavam lentos, o único capaz de se mover com perfeição eram os Berserkers e Odin. O deus nórdico olhou a sua volta, e localizou Draixen. Ele parecia em transe, um mundo diferente. Um ser diferente. Ele não seria capaz de ajudar, então o deus fora obrigado a atacar. Disparou várias rajadas cortantes de suas mãos, e viu que elas com certeza fulminariam o berserker que havia conjurado isso tudo.

Só não esperava pela ação de Kiara.

Ela não pensou duas vezes: Jogou-se na frente do irmão e gritou algo que ninguém esperava ver naquele momento. Era impossível, mas ela o fizera.


-Parede de Cristal!


O tão conhecido ataque pertencente ao Ariano Kakashi fora utilizado por ela, e completamente evitou o ataque de Odin. Isso surpreendeu o deus, pois de fato não eram suficientemente fortes para ultrapassar a parede de cristal, mas como ela era capaz de fazer tal coisa?

Enquanto isso, Dríope aproveitou. Apareceu atrás do deus nórdico, e sussurrando algo inaudível, preparou um golpe em seu coração. Odin não possuía seu poder total naquele corpo, e se ele morresse, Draixen e toda a Asgard iriam com ele. Um preço que não poderia ser pago mesmo na pior das hipóteses.


-Morra, deus traidor.
Ninguém vai morrer além de você, escória imunda!

Draixen golpeara fortemente Dríope, enterrando sua mão no abdômen do inimigo e fragmentando a armadura na área atingida. O berserker espirrou sangue pela boca, atingindo Draixen, que nem ao menos se importou. Continuava atacando até que lhe houvesse prazer nisso. Sua risada diabólica era mais que um ato de deboche: Era um grito de liberdade. Kiara só prestara atenção ao que ocorrera quando o cosmo de Draixen sobrepôs o de Dríope, encerrando o ataque do inimigo, e com ele as trevas se foram.

-Dríope! Não!
-Agora meu caro, aprenda o verdadeiro significado do desespero! Explosão Galática!

O geminiano não pensara duas vezes, e piedade não lhe convinha naquele momento. Usando apenas uma das mãos, adentrou ainda mais pelo interior do berserker e perfurou os pulmões de Dríope como uma garra, e com a outra, convocou seu ataque mortal. No meio da explosão nada pode ser ouvido, e o clarão impediu a visão de todos. Quando todos puderam analisar a cena, Driópe estava ao lado da irmã, ainda vivo. Inexplicavelmente vivo. Kiara emanava ódio em seu cosmo, e Draixen ria no mesmo lugar, a frente do deus que usava seu corpo. O que eles haviam feito com Draixen levaria a sua morte.

Até o momento que ele caiu.

Sem aviso prévio, o geminiano desmaiou. Lentamente, como se fosse esperado. Ele caiu, deixando a batalha nas mãos das pessoas certas. Yuriko correu na direção dele, acompanhada por Odin. Enquanto corriam, o Senhor das Runas expressou apenas uma ordem aos demais cavaleiros presentes. Aquela que talvez lhes custassem à vida.


-Destruam Kiara e Dríope e ganhem tempo! Precisamos desfazer o ritual!
-O máximo que você verão será a morte clamando suas almas! Preparem-se!

Agora estava nas mãos dos cavaleiros, apenas eles seriam os senhores do destino, do que viria a acontecer naquele local. Ter o poder de mudar vidas... Talvez fosse simplesmente demais para alguém. Estaria esse pensamento correto? Eles estavam prestes a descobrir...

___________________________________________________________________________
Começou. Draixen agora tem três turnos de vida. Apenas isso. Yuriko e Odin, os posts de vocês devem ser próximos a perfeição, para que Draixen não morra no meio do ritual. Os outros, irei facilitar a vida de vocês um pouco, dado ao nível de dificuldade absurdo que os inimigos possuem (Sendo que Draixen, Kakashi e Hugo foram incapaz de eliminar nem ao menos Kiara, mas todos foram muito bem por sinal). Kiara representa a Harmonia, é filha de Ares e sua habilidade especial permite que ela “clone” qualquer ataque inimigo, não importa qual seja. Desde que o veja, ela o fará sem restrições. Dríope representa o desespero e é irmão de Kiara, e como vocês viram, ainda está vivo mesmo após o golpe aplicado por Draixen. Sua habilidade principal é criar dimensões a seu bel-prazer, além de ser capaz de ler a mente de um inimigo e transformar tudo no seu maior temor. O resto ficará a encargo de vocês. Boa sorte.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Asashi de Pegasus
Cavaleiro de Bronze
Cavaleiro de Bronze



Idade : 13
Registrado dia : 10 Maio 2008
Mensagens : 537
AVISOS : 
0/100/100/10 (0/10)
Força : 35 +3
Resistência : 35 +3
Agilidade : 35 +3
Energia : 35 +3
Cosmo (%) : 
100/100100/100100/100 (100/100)
Vida (%) : 
100/100100/100100/100 (100/100)
Armadura : http://img363.imageshack.us/img363/3018/pegasusrt3.jpg

Cavaleiro
Vida:
3200/3200  (3200/3200)
Cosmo:
6000/6000  (6000/6000)

MensagemAssunto: Re: Salão Central   Qua 17 Dez 2008 - 21:14

Ouvi as palavras de Bahamut, que dizia que devíamos fazer o que nos agradasse e que não era necessário submeter-se a vontade dos outros. Podia estar certo, ou não, mas tudo o que eu queria era partir para Asgard logo, pois a muito tempo estavamos esperando.

Então Bahamut dividiu os grupos. O que eu achei estranho foi ele que falara das vontades próprias ter ignorado os desejos de alguns. Sabia que não devia contestar, pois ele não formara os grupos ao acaso, e agora só me importava ir o mais rápido possível a Asgard e ser útil em alguma coisa. Eu agora fazia parte do grupo que resgataria Draixen

Bahamut criou dois portais, um levava para Draixen, pelo qual os integrantes do primeiro grupo deviam passar.
Esperei os ouros do meu grupo entrarem no portal . Fiz questão de ser o último a entrar e comecei a caminhar em direção ao portal enquanto retirava a urna da armadura das costas. Foi então que por algum motivo, Athena, que deveria ir com o primeiro grupo, decidiu se juntar ao grupo de Bahamut. Mas não era por medo, se percebia pelo seu cosmo. O mesmo cosmo que abençoou cada um dos cavaleiros que partiriam para mais aquela jornada e que desejava nosso retorno vitorioso.

Entrei. Estava em Asgard e com a urna nas mãos agora. Abri a tampa da urna e fui colocando as partes da armadura enquanto caminhava atrás dos outros. Estava frio e ninguém falava nada, provavelmente estavam cada um mergulhado em seus pensamentos. Até que Odin falou:

-Não, nada me atormenta, nobre raposa. Estive mergulhado em meus pensamentos tão profundamente que não cheguei a perceber a passagem do tempo. Vamos, pois serás fundamental para libertar Draixen e desfazer a magia que ele usou sobre nós. Avante cavaleiros! Avante Duhbe, Megrez e Bragi, honrem meu nome em batalha e me provem quem verdadeiramente vocês são, poderosos servos de Asgard!

Aquelas palavras acenderam o cosmo de todos ali, e assim seguimos em direção ao salão principal. A porta estava lacrada, mas odin, como o governante daquelas terras abriu-a facilmente. O que estava além dos portões era incrível.

Draixen estava muito ferido, era vítima de duas pessoas de cosmo muito poderoso, um homem e uma mulher. Não podia acreditar que um guerreiro como Draixen podia estar em tal estado.

Corri chegando mais próximo dos outros e nesse momento Odin atacou o homem. Mas a amazona protegeu-o utilizando a parede de cristal um dos golpes de Kakashi.

//Entendi... Ela copia o golpe dos adversários//

Dessa vez quem atacou foi o homem que chegou perto de matar Odin, mas Draixen se ergueu de súbito e contra-atacou deixando vários ferimentos no inimigo. Em seguida o cavaleiro de ouro desmaiou.

Odin e Yuriko de raposa correram para ajudar Draixen. Eu quis ir também, mas Odin nos pediu que ganhássemos tempo. Ganhar tempo...

// Tá certo, são seguidores de Ares... Um deles está gravemente ferido e a outra...//

Não era preciso pensar muito para ter a idéia que eu tive. Acho que a armadura colaborara um pouco por trazer algumas lembraças de combates anteriores. Era simples, porém eu estava um pouco nervoso. Olhei para a amazona e falei bem alto como se a desfiasse:

- Então... – fiz uma pausa, afinal queríamos ganhar tempo – você pode utilizar a parede de cristal... Mas será que você consegue copiar um ataque de velocidade? Ou isso não passa de um pequeno truque?

Não duvidava de suas habilidades, mas eu tinha de desafiá-la. Concentrei meu cosmo nos braços e pernas e ataquei:

- Meteoros de Pégaso!

Realizei o golpe normalmente até o meio, quando desloquei o braço esquerdo um pouco para baixo antes de dar mais um soco. Aquilo durou uma fração de milésimo de segundo porém deixou meu coração desprotegido. Se ela fosse tão boa quando parecia reproduziria o ataque da maneira exata que vira. Eu só não poderia atacá-la com aquele golpe novamente. Antes de atingí-la eu saltei sobre ela e aterrissei. Me virei e comecei a provocar a guerreira novamente.

- Eu não acabei meu golpe, mas vejo que você já percebeu sua essência. Infelizmente você não tem poder suficiente para reproduzi-lo fielmente. Além do mais esse golpe não tem nenhum ponto fraco, o que o torna mais difícil – falei isso para se, no caso dela perceber a falha, achasse que eu não a conhecia e por isso poderia me atacar sem medo - E o mais triste é que não pode superar seus limites, pois a causa pelo qual você luta não é justa...

Estava meio tenso com o efeito que essas palavras causariam, mas sabia que havia despertado mais raiva em seu cosmo, pois ela já estava furiosa quando seu companheiro fora atingido por Draixen.
Voltar ao Topo Ir em baixo

Salão Central

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 3 de 3Ir à página : Anterior  1, 2, 3

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Saint Seiya World :: Áreas Proibidas :: Áreas Proibidas :: Asgard :: Palácio de Valhalla :: Salão central-