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 Teste - Anjo de Asclépio

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MensagemAssunto: Teste - Anjo de Asclépio   Ter 15 Dez 2009 - 23:20

Nome do candidato: Valentino
Ordem: Apolo
Player: Valentino
Teste iniciado em: 16/12/09


Pedimos para que somente os usuários: Narrador e Valentino postem neste tópico.
O sistema de testes poderá mudar no futuro (sendo postado de outra forma)
O usuário terá um prazo de 48 horas (dois dias) para responder cada etapa do teste (finais de semana e feriados não contam), após terminar os moderadores irão analisar e postar sua pontuação. Pedimos que tome cuidado com abreviações e gramática (ver regras sobre testes).

Equipe Saint Seiya World deseja boa sorte!

--------------------------------------------------------------------------------------------------------

"Hihi!"
"Hihi!"

As vozes ecoam na floresta, reverberando nas árvores, produzindo um efeito estranho. Era como se elas estivessem em todo o lugar!

A urna à sua frente treme; de trás dela, surgem duas garotinhas, que fitam Valentino enquanto sorriem.

Spoiler:
 

"É ele, é ele! Posso sentir o cosmo fluir!"
"A caixa diz isso, também!"
"Kami-sama* ficará tão feliz por ele ter finalmente vindo!"
"Mas ele parece assustado. Ei!"

A garota de vermelho, num único impulso, salta por sobre a caixa e fica a centímetros do rosto do italiano, olhando dentro de seus olhos com uma expressão curiosa; e o cutuca no nariz, talvez averiguando se estava vivo.

"Não faça isso, nee-chan! Pode afugentá-lo!"
"Se ele está aqui, é porque foi escolhido; não vai sair correndo só por isso. Ou vai?"

Ela lança um olhar sugestivo e malicioso para o outro, sorrindo abertamente. A outra, preocupada, junta-se à irmã, o cenho franzido.


--

*Kami-sama: Deus, em japonês.
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Qui 17 Dez 2009 - 1:50

Com a luz do Sol quase que totalmente extinta do límpido céu da região, a Lua começava a exibir sua beleza. Porém, mesmo com um anoitecer sem nuvens, ela não conseguia ser imponente como o Sol e poucos raios de luz conseguiam adentrar a densa floresta. Com o tempo, apenas a luz que emanava da arca conseguia se propagar por alguns metros, enquanto o resto da floresta jazia em profunda escuridão.

Valentino já havia algum tempo que estava sentado à frente da arca, refletindo sobre o poder que ela demonstrou e sobre a luz que a mesma emanava. Com certeza aquilo não era obra de nenhum homem, poderia ser um objeto divino? Era isso que ele pretendia descobrir. Mas como descobrir algo se ele não conseguia abrir a arca para ver o que tem dentro dela?

Extremamente concentrado e pensativo, Valentino permaneceu sentado, observando a arca e ignorando tudo mais ao seu redor, inclusive o fato de que o Sol não o mantinha mais aquecido e começava a fazer frio.

Ele estava tão concentrado que nem notou as vozes que ecoavam pela floresta, até que a arca começou a tremer, e antes que pudesse ter alguma reação viu duas sombras surgirem por de trás dela. Pensando serem animais selvagens se preparando para atacar, Valentino se assustou e ergueu seus braços em posição defensiva.

Só após ouvir as vozes das garotas que ele se acalmou, mas o susto tinha sustido efeito. Seu coração estava acelerando e ele estava hiperventilando. Mesmo abaixando os braços, o susto que ele tinha acabado de levar estava evidente no seu rosto e ele apenas observava as duas garotas conversando.

Com certeza ele entendia aquele idioma, sabia o significado de cada palavra, mas o conjunto das palavras não fazia sentido. Ele sabia que estavam falando dele, mas não sabia o motivo.

Kami-sama... Valentino não sabia falar japonês, porém entendia algumas palavras devido aos desenhos que tinha assistido durante a sua infância. Se estavam falando sobre Deus e sobre a arca, suas suspeitas de que aquilo era um objeto divino poderiam estar corretas.

Antes que ele pudesse completar seus pensamentos, a garota de vermelho salta por sobre a arca e para na sua frente, olhando-o fixamente e cutucando o seu nariz. Valentino se curva levemente para trás, esticando seus braços e se apoiando neles, porém ainda observando a conversa das duas garotas.

Após a garota de azul se aproximar e também a olhá-lo fixamente, Valentino dobra seus braços e, esticando todos os seus membros, dá um impulso para trás, se afastando um pouco das garotas.

Não sairei correndo, não se preocupem, mas não é muito educado apontar o dedo no rosto de um desconhecido – disse o jovem, pondo-se de pé.
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Qui 17 Dez 2009 - 11:17

"O dedo é meu, portanto eu o aponto no rosto de quem bem entender!!"

A garota de vermelho faz bico e cruza os braços, estreitando os olhos para Valentino. A outra, temerosa, sacode a irmã.

"Moo, nee-chan! Não fale assim com ele! Esquece-se de quem ele é?"
"...Não gosto dele."
"Gostando ou não, tem de respeitá-lo! Agora peça desculpas!"
"Nunca!"
"Peça! Kami-sama não gosta de brigas dentro da Ordem!"
"...Desculpe."

Ela faz uma reverência profunda na direção do italiano, depois volta a fechar a cara, olhando para o lado. A de azul, que parecia ser mais sensata, sacode a cabeça, reprovando a irmã. "Desculpe-me por ela, senhor. Nem mesmo Kitana-sama, a Pitonisa, consegue controlá-la às vezes. Não dê importância para o que ela diz. Apesar de tudo, é uma boa garota." passa a mão na cabeça da outra, que continuava emburrada, e então senta-se na caixa, acariciando as pétalas de uma flor branca que, até o presente momento, não estava ali.

"Deve estar querendo saber quem somos nós, o que queremos e por que viemos, não é?" abre um sorriso, a voz com uma nota um pouco diferente. Valentino não consegue decifrar o que tal nota significa; mas a irmã de vermelho, subitamente animada, mostra saber de que se trata, e senta-se ao lado da outra, sacudindo os pés no ar feito criança. "Antes de respoder, preciso saber até onde precisarei ir. Diga-me, senhor: sabe o que é isto?" e bate a mão na urna, indicando o símbolo à frente. O símbolo de Asclépio.
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Sex 18 Dez 2009 - 0:32

Eu é que devo me desculpar por ser tão indelicado com uma dama. De qualquer maneira, por favor, não me chamem de senhor. Valentino Bianchi às suas ordens – disse, fazendo sinal de reverência para as garotas.

Voltando o seu olhar para a arca, Valentino observou o cajado que estava ali gravado. Ele já sabia o que era, mas precisava ter certeza. As garotas pareciam saber do que se tratava a arca, e ele não podia se dar ao luxo de errar a resposta. Afinal, aquela parecia ser a oportunidade perfeita para conseguir extrair informações da mesma e quem sabe até fazer amizade com as garotas.

Apesar de ambas estarem o encarando, Valentino não sentia nenhuma má intenção vindo delas. Era a primeira vez que isso acontecia, mas ele conseguia sentir um algo vindo delas que lhe dizia isso. Algo parecido com a presença que o tinha levado à arca horas atrás, porém ele não sabia o que era.

Analisando um pouco mais a imagem do cajado envolto com uma serpente, ele não teve dúvidas.

É a imagem do caduceu de Asclépio, filho de Apolo e deus da medicina. Qualquer médico deveria poder reconhecê-la, apesar de alguns a confundirem com o caduceu de Hermes – disse, ainda olhando para a arca.

Realmente o símbolo da medicina moderna e de seu deus faz sentido, uma vez que essa arca foi capaz de curar um grave ferimento que eu tinha no braço sem deixar nenhuma cicatriz. Um mero médico não poderia fazer isso. Nenhum homem poderia. É como se fosse algo divino.

Será que poderia existir alguma relação entre o poder regenerativo da arca e a imagem do caduceu de Asclépio? – perguntou, voltando a fitar a garota de azul.
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Dom 20 Dez 2009 - 17:33

A garota de azul bate palmas, contente, enquanto a outra abre um sorriso endiabrado.

"Sugoi, sugoi! Você sabe mais do que eu poderia esperar! Não é à toa que a armadura lhe chama!"
"Nós vimos a urna te curar, Valentino. Asclépio-sama é o Deus da medicina, e um médico tão generoso não deixaria alguém sofrendo. Principalmente, alguém como você."

Ela desce da urna e anda até ficar frente a frente com o italiano, um brilho malicioso no olhar. A irmã, percebendo o que era pretendido, também sorri, e abre os braços e joga a cabeça para trás, fechando os olhos.

"Dentro desta caixa, há algo magnífico. De poder capaz de rachar a terra com um único soco, de habilidade tal que pode curar os mais fortes venenos, e até de vencer a temível morte." segura a rosa vermelha nas mãos, acariciando o próprio rosto com as pétalas macias. "Antes de contarmos em detalhes de que se trata, precisamos saber se não estamos desperdiçando nosso tempo."

Num único movimento, a garota se vira e, com precisão, joga a rosa na irmã, que cai de costas em cima da urna devido ao impacto no peito! Sangue de um vermelho vivo começa a manchar o lindo vestido azul, mais rápido do que poderia se imaginar!

"Não se deixe enganar pela rosa! O ferimento é grave e, se não fizer nada, o sangue dela se esvairá por completo antes que possa se arrepender!"

Por todos os deuses! O que há com essas duas, afinal?

"Mostre-nos do que é capaz, Valentino de Asclépio!"
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Seg 4 Jan 2010 - 0:57

Valentino não teve tempo de ter qualquer reação. Antes que percebesse a rosa já estava alojada no peito da garota de azul. Ele não questionou os motivos pelos quais a garota de vermelho tinha ferido sua irmã nem hesitou em ir ajudá-la. O papel de um médico é salvar vidas, independente se for amiga ou inimiga, pois o que está em jogo é uma vida humana e apenas isto basta.

Chegando próximo à arca, Valentino constatou que a hemorragia realmente era grande e algo deveria ser feito rapidamente.

Veio à sua mente as palavras da garota de vermelho que diziam que Asclépio nunca deixaria alguém sofrendo, porém a arca estava ali ao seu lado e nada aconteceu para curar o ferimento da garota. Se o seu ferimento, que não era fatal, a arca curou, então por que Asclépio não curava um ferimento tão crítico?

Ele ainda sentia a presença da arca, o poder que emanava dela, mas nada acontecia e ele também não podia ficar simplesmente vendo o sangue da garota se esvaindo sem fazer nada.

Valentino retirou a garota de cima da arca e a colocou no chão. Ela estava inconsciente, talvez devido ao impacto da cabeça contra a arca quando ela caiu de costas, portanto sua primeira ação foi virar o rosto da garota para o lado para evitar que ela se engasgasse com saliva ou com sangue, caso a rosa tivesse perfurado a traquéia.

Pegando um canivete que sempre trazia consigo, Valentino rasgou o vestido da garota para poder visualizar o local do ferimento, que se encontrava entre os seios da garota. Limpando um pouco o excesso de sangue, ele viu que a rosa parecia ter perfurado a carne como se fosse uma fecha de aço, sem se despedaçar ou soltar um único espinho, e aquilo não seria possível a não ser que a rosa se enrijecesse no momento do impacto, pois parecia ser uma flor comum.

Como seria possível causar tamanho dano com uma simples rosa? Isso não era relevante no momento.

O caule da flor estava flexível, e apenas arrancá-la sem nenhum cuidado podia fazer com que espinhos permanecessem dentro do corpo. Se aproveitando que a garota ainda estava inconsciente, Valentino abriu um pouco o ferimento com seu canivete, o que fez com que a hemorragia aumentasse um pouco, e cuidadosamente foi retirando a flor, certificando-se que nenhum vestígio da mesma permanecesse dentro do corpo.

Após retirar completamente a rosa a hemorragia diminuiu bastante, o que era um bom sinal, pois significava que nenhum órgão interno havia sido atingido, porém o ferimento ainda estava aberto e suscetível a infecções e, embora a hemorragia houvesse diminuído, ela ainda existia.

Olhando à sua volta, Valentino observou atentamente as plantas que eram iluminadas pela luz que emanava da arca e uma chamou sua atenção. Uma planta com folhas compridas e flores rosadas que pareciam grãos.

Spoiler:
 

Sem via de dúvidas era uma Polygonum Persicaria, ou como é popularmente conhecida, Erva de Bicho. Essa planta o ajudaria muito, pois ela tem propriedades antiinflamatórias e cicatrizantes, apesar de ser perigoso seu uso em mulheres por também apresentar efeito abortivo. Porém, a garota parecia jovem demais para estar grávida, e mesmo que estivesse era melhor perder a vida do bebê e salvar a vida da garota do que perder ambas.

Valentino rasgou um pedaço da sua camisa e limpou todo o excesso de sangue em volta do ferimento e o que tinha escorrido sobre os seios da garota. Rapidamente pegando uma muda da planta, ele pegou algumas folhas, amassou-as em sua mão e colocou-as sobre o ferimento, colocando uma pedra em cima para manter pressão e estancar a hemorragia.

Terminando o curativo, ele verificou a pulsação da garota e a cabeça em busca de possíveis ferimentos causados pelo choque contra a arca, porém tudo estava normal e, apesar de ainda inconsciente, a garota parecia estar fora de perigo.

Levantando, Valentino continuou observando a garota que estava deitada sobre a grama.

Aparentemente sua irmã está fora de risco, mas é bom levar ela para algum hospital para tratamento apropriado, pois o curativo que eu fiz foi apenas para estancar a hemorragia – disse, voltando seu olhar para a garota de vermelho – Mas por que você atacou a própria irmã? Por que a arca não a curou assim como aconteceu comigo? Por que aquela rosa conseguiu fazer um ferimento tão profundo mesmo tendo um caule flexível? Conte-me o porquê de tudo isso.

Com uma expressão mista de confusão e indignação, Valentino olha fixamente no olho da garota de vermelho, sem saber que reação esperar dela após uma ação tão inusitada e repentina.
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Sex 22 Jan 2010 - 7:10

A garota de vermelho sorri, como se, de algum modo, houvesse predito as ações do outro. E mais: parecia divertir-se com a expressão de espanto no rosto do italiano.

"Medo de que eu atire uma rosa em você?"

Vai até a irmã e pousa a cabeça da inconsciente em seu colo, afagando-lhe gentilmente a face. "Belo trabalho, doutor; teria conseguido estancar a hemorragia, se não fosse..." pára propositalmente, levando a mão ao curativo improvisado "Oh, será isso sangue?"

De fato, sangue começa a aparecer, mesmo com o curativo! O rosto da ferida perde a cor gradativamente, à medida que o líquido, tão vermelho quanto o vestido da outra, volta a escorrer.

"Não há meios convencionais de curá-la, Valentino. Não vai conseguir nada com sua medicina tradicional." levanta-se, deitando a irmã cuidadosamente de volta na grama "Quanto à rosa... Como tem tanta certeza de que o caule estava flexível na hora do impacto?" dá dois passos na direção do jovem, sorrindo, acariciando o próprio rosto com outra de suas flores vermelhas "A urna não vai curá-la, e nem eu, apesar de saber como. Você é o único que pode salvá-la, Valentino de Asclépio. Quer um conselho? Não se desespere. Pense. Ouça. Use seu poder." e se cala, dando a impressão de que não voltaria a falar nem sob tortura.

Assim que ela pronuncia a última palavra, um poder começa a emanar da urna. Intangível, mas que parece se comunicar com o médico italiano: dá a sensação de que confirma tudo o que a garota diz, enfatizando a ideia de "usar o poder". Ficou mais do que claro que aquilo não se trata do mundo real onde Valentino viveu até agora. A voz poderosa que vinha da caixa, a própria caixa, as garotas, o ferimento... O que diabos significa tudo isso?

E, mais importante, como raios parar o sangramento?
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Seg 25 Jan 2010 - 21:35

Que poder seria esse de que a garota de vermelho falava? Até hoje o único poder que Valentino sabia ter era sua força física proveniente de treino e lutas naquele frio clube de Londres.

De qualquer maneira, a hemorragia da garota de azul continuava e algo devia ser feito. Era um momento que poderia deixar qualquer médico apavorado, porém Valentino não estava. O poder que emanava da arca o mantinha calmo e ele sentia que esse poder adentrava o seu corpo como se tivesse um local de destino. Ele conhecia muito bem a anatomia de seu corpo afinal, ele precisava desse conhecimento, então para onde esse poder poderia estar rumando?

Fechando os seus olhos, Valentino se concentrou como se fosse olhar dentro de seu corpo, ou até mesmo dentro de sua alma em busca daquele poder que uma vez havia o curado, mas encontrou mais do que isso.

Era como se existisse um universo dentro do seu corpo onde uma energia se acumulava. Mas aquela energia, apesar de parecida, não era a que emanava da arca, era uma energia que nascia e crescia em seu interior. Aquela energia podia curar a garota de azul assim como a energia da arca curou seu braço.

Voltando a abrir os olhos, Valentino foi de encontro à garota de azul e retirou o curativo que estava no ferimento. Estendendo as mãos sobre o curativo, ele fechou os olhos novamente e voltou a se concentrar.

Ele sentia aquela energia queimando dentro de si, como se fosse chegar ao ponto de explodir. O corpo inteiro queimava e a energia emanava pra todos os lados, porém o alvo era o ferimento, então Valentino tentou canalizar essa energia para suas mãos e tentar direcioná-la ao ferimento.

Se a medicina tradicional não funcionava e a garota de vermelho disse para usar seu poder, talvez fosse disso que ela estava falando.
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Ter 2 Fev 2010 - 19:01

Aos poucos, o ferimento se fecha; o sangue pára de escorrer, e a cor volta ao rosto da garota de azul. A de vermelho cruza os braços, aparentando satisfação, enquanto a outra abre os olhos e se senta, fitando as manchas em seu vestido por alguns segundos; seu rosto então se ilumina, o sorriso enfeitando todo seu rosto.

"Eu sabia! Eu sabia que você ia conseguir!"

Ela se levanta normalmente, como se não estivesse sangrando segundos atrás, e bate palmas feito criança.

"Meus parabéns, doutor. Descobriu seu cosmo."
"Como se sente?"
"Mais importante:
sabe o que sente?"


Última edição por Narrador em Qua 12 Maio 2010 - 16:08, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Seg 22 Fev 2010 - 0:57

Cosmo? – indagou Valentino com uma imensa cara de interrogação. Ele sabia que havia usado uma energia que vinha de seu interior, mas isso era algo completamente novo para ele.

Não sei bem o que é, mas sinto minhas mãos... não, sinto o meu corpo inteiro ardendo como se eu estivesse envolto em chamas. Mas não é um calor que fere, muito pelo contrário, é um calor aconchegante. Sinto como se eu estivesse me aproximando do Sol, mas que ele estivesse permitindo essa aproximação.

Por um momento Valentino pára pensativo, olhando para o chão.

Valentino desde pequeno sempre gostou de ler. Não apenas livros sobre medicina, mas também livros de suspense e um dos seus autores favoritos era Arthur Conan Doyle pelos clássicos livros do detetive Sherlock Holmes. Sua paixão por esses livros aguçou seu senso lógico e sua capacidade de dedução.

Apesar de não ter conseguido muitas respostas aqui, acredito ter provas suficientes para acreditar que o poder emanado pela arca realmente provém de Asclépio como vocês deram a entender. Realmente esse poder é divino.

Uma vez que Asclépio realmente existe e é o deus da medicina, pode-se presumir que os demais deuses também existem.

Virando o seu rosto na direção das garotas, Valentino percebeu que a garota de azul ainda estava com o vestido rasgado e os seios a mostra.

Você perdeu muito sangue, está com o corpo debilitado e já é noite. Não é bom ficar com o corpo descoberto nessa friagem senão vai acabar adoecendo – falou com tom de voz gentil para a garota de azul.

Voltando a franzir o cenho, Valentino ficou observando ambas como se já tivesse muitas respostas em sua mente, mas precisasse que alguém confirmasse suas presunções.

Não sei se vocês sabem, mas todo médico precisa fazer um juramento por Apolo e Asclépio para praticar sua profissão. Não vou citá-lo aqui por ser um pouco extenso, mas levando em consideração que ambos existem, todos os médicos trabalham conforme os conhecimentos que eles passaram aos homens.

Isso tudo pelo o que estou passando hoje é algum tipo de teste ao qual Asclépio ou o próprio Apolo estão me submetendo? – perguntou, dessa vez encarando apenas a garota de vermelho.
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Qua 12 Maio 2010 - 16:08

As garotas riem juntamente, pela alusão que Valentino faz a Asclépio como deus da Medicina. Parecem não se importar com o concelho dado por Valentino.

"Sabe, Asclépio não é exatamente um deus. "
"Não, não! Ele serve um Deus, maior e mais poderoso!"
"Um deus que trouxe luz ao mundo!"
"Apolo não está te submetendo a teste nenhum! Pois ele já sabe quem são os dignos de servirem-no."
"Ele é o Deus dos Oráculos! Somos nós que estamos te testando, doutor. "
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   Qui 13 Maio 2010 - 14:03

O jogador decidiu não manter a personagem.

[Teste encerrado]
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MensagemAssunto: Re: Teste - Anjo de Asclépio   

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