Saint Seiya World


A Nova Era das Trevas
 
InícioPortalFAQBuscarMembrosRegistrar-seConectar-se

Compartilhe | 
 

 Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão

Ir em baixo 
AutorMensagem
Narrador
Level 4
Level 4
avatar

Número de Mensagens : 412
AVISOS :
0 / 30 / 3

Força : ???
Resistência : ???
Agilidade : ???
Energia : ???
Cosmo (%) :
100 / 100100 / 100

Vida (%) :
100 / 100100 / 100

Data de inscrição : 16/07/2008

MensagemAssunto: Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão   Dom 21 Fev 2010 - 13:09

Prólogo

No inicio dos tempos, houve uma disputa de poder entre os Deuses, liderados por Zeus, filho de Cronos, e o Titãs, liderados pelo próprio Cronos, filhos de Urano, o deus primordial, e Gaia, pela disputa do Universo.

Tudo acontece devido a uma profecia de Urano, que antes de ser morto pelo filho, prevê que ele sofrerá da mesma pena que o pai, sendo destronado por um de seus filhos. Em retaliação, o deus devora todos os filhos ao nascer até que, Réia, sua mulher, com pena, entrega seu filho Zeus para as ninfas. Após crescido, Zeus, liderando os deuses do Olimpo, consegue derrotar o pai e seus irmão, os Titãs, e os prende no Tártaro.

Gaia, não suportando ver seus filhos presos, a partir do sangue de Urano, criou os gigantes. Eram seres enormes, fortíssimos e de aspecto aterrador (às vezes representados com serpentes ao invés de pernas). Embora mortais, só podiam ser vencidos simultaneamente por um deus e por um mortal. A gigantomaquia começou. Eles imediatamente começaram a alvejar o Olimpo com grandes árvores em chamas e rochedos enormes. A força dos Gigas era tão grande que os deuses tiveram muito trabalho para derrotá-los.

Gaia, vendo a derrota de seus filhos como certa, faz uma última tentativa, unindo-se ao Tártaro, ele gera Típhon, o monstruoso deus dos Gigas. Hesíodo o descreveu: braços poderosos, pés infatigáveis, cem cabeças de serpente com línguas negras e olhos que expeliam fogo, e de todas as cabeças saíam simultaneamente sons terríveis (Hesíodo, Teogonia, 823-835). Típhon era tão alto que sua cabeça batia nas estrelas, os braços enormes bloqueavam os raios do sol, e carvões em brasa saíam de sua boca. Havia um dragão de cem cabeças com línguas escuras em seus ombros, e de seus olhos dardejavam labaredas. Sons estranhos provinham dessas cabeças. Algumas vezes os deuses podiam entendê-los facilmente, mas em outras pareciam berros de touros enfurecidos. Às vezes rosnavam como leões, no momento seguinte como cachorrinhos.
Tífon começou a destruir cidades e arremessar montanhas em fúria; Hades, com a ajuda de Quíron e dos heróis remanescentes tentaram deter o monstro, que se aproximava do Olimpo.

Consta que, antes de enfrentar os deuses, ele havia se unido a Equidna e, assim, gerou os monstros: o cão de três cabeças Cérbero, o lobo de duas cabeças Ortro, a Esfinge, o dragão de cem cabeças Ládon, o dragão da Cólquida (que guardava o velocino de ouro), a Hidra de Lerna, Ethon (a águia que comia o fígado de Prometeu), o Leão de Neméia e a Quimera. Conta-se que ele atacou o Olimpo quando viu seus filhos mortos um a um pelos heróis.

Quando os deuses viram Tifon avançando em direção ao Olimpo, fugiram aterrorizados para o Egito, onde tentaram se esconder no deserto transformando-se em animais. Zeus tornou-se um carneiro, Apolo um corvo, Dionísio uma cabra, Hera se transformou em uma vaca, enquanto Afrodite tornou-se um peixe e Ares um porco. De todos os deuses, somente Atena teve coragem de permanecer com sua própria forma.

Repreendido por Atena por sua covardia, Zeus, por fim, resolveu combater o monstro. Enviando um raio contra Tifon, avançou contra a criatura horrível no Olimpo girando a foice que tinha sido utilizada por seu pai Cronos para castrar seu avô, Urano. Os dois se defrontaram. Tifon desarmou Zeus facilmente e usou sua arma para arrancar os nervos essenciais da consciência e os tendões dos pés e dos braços do deus. Então o arrastou impotente e veio trancá-lo na caverna de Corician, na Sicília, onde o Zeus imortal permaneceu incapaz de mover-se, guardado pela Delfina, um monstro com língua de serpente, algumas vezes dita ser o próprio monstro um dragão.

Depois Hermes e Pan, para evitar o desastre, recorreram a um estratagema. Entraram secretamente na caverna onde Zeus permanecia cativo e conseguiram vencer Delfina, fazendo-a adormecer com uma flauta. Hermes descobririu que os tendões tinham sido escondidos e os costurou nos membros de Zeus.

Zeus retornou imediatamente ao Olimpo. Com ajuda de Poseidon e Hades, Zeus enfrentou Tífon com seus raios e trovões, e a luta violenta fez tremer o céu, a terra e o mar, e abalou o próprio mundo subterrâneo. Venceu-o com dificuldade e atirou-o também ao Tártaro. Lá, diz Hesiodo, Tifon permanece tão perverso como sempre.

Nunca a superioridade dos Deuses foi tão abalada, por isso, eles trataram de tentar apagar todos os registros sobre essa batalha, sendo que hoje em dia, poucos lembram-se dos Gigantes. Entretanto, eles continuam lá, no Tártaro, à espera da sua vingança contra Zeus e todos os deuses do Olimpo.

Spoiler:
 



Última edição por Narrador em Dom 21 Fev 2010 - 20:06, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Narrador
Level 4
Level 4
avatar

Número de Mensagens : 412
AVISOS :
0 / 30 / 3

Força : ???
Resistência : ???
Agilidade : ???
Energia : ???
Cosmo (%) :
100 / 100100 / 100

Vida (%) :
100 / 100100 / 100

Data de inscrição : 16/07/2008

MensagemAssunto: Re: Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão   Dom 21 Fev 2010 - 19:29

Capítulo I - A Invasão

Era noite no Santuário. A Lua brilhava, refletindo a luz solar, iluminando o local em meio a escuridão. “A morada da deusa Atena não fica muito longe de Atenas, a maior cidade da Grécia, mas não aparece em nenhum mapa conhecido dos homens. É uma montanha sagrada, completamente isolada do resto do universo, separada do nosso mundo por estrelas e grossas camadas de nuvens.

Nem mesmo os mais avançados e precisos satélites de espionagem seriam capazes de encontrar esse lugar, inteiramente coberto pela Vontade Superior dos Deuses e protegido por barreiras divinas que repelem qualquer tipo de interferência externa. Esse é o Santuário, cuja existência está além da lógica e da compreensão humanas. Procurar por ele é o mesmo que buscar a Deus, e duvidar de sua existência algo tão perigoso quanto questionar o criador.” ¹

Tudo parecia que correria calmamente por ali, quando algo inesperado acontece. No meio da escuridão surgem 2 figuras gigantes. Protegidas pelo negrume noturno, elas se aproximam e penetram no Santuário. O mais alto media cerca de 2,50 de altura, enquanto o outro sequer chegava a 2 metros, mas tinha uma largura de pelo menos o dobro de um ser humano normal. O que quer que fossem elas, não eram humanos.

A ronda noturna cabia aos cavaleiros de classe mais baixa, como reza a tradição do Santuário. E ali estavam Melanie de Camaleão, Cedric de Lobo, Turel de Dragão e Ramy de Cisne. Eles trajavam armaduras sagradas da deusa, que reluziam frente à escuridão. Elas eram formadas por uma liga indestrutível para os homens normais, feita de oricalco associado ao bronze. Eram as armaduras de classe mais baixa dentre os cavaleiros. Além da armadura, Melanie tinha em sua face uma máscara que demonstrava sua renúncia aos sentimentos para seguir à deusa. Às mulheres só era permitido lutar usando essa máscara.

Como chefe da ronda estava Kain de Lira, que vestia uma armadura diferente das demais. Ela possuía prata ao invés de bronze. Era a armadura dos especialista em guerra do Santuário, sua tropa mais forte, que só era superada pelos doze cavaleiros dourados, que protegiam as escadarias que levavam para o templo da deusa.

Gritos são ouvidos ao norte de onde eles estão. Os cavaleiros avançam numa velocidade inconcebível pela racionalidade humana e chegam ao local. Os três são surpreendidos pelas figuras gigantes que adentravam ao Santuario, que carregavam cada um 2 corpos de cavaleiros trajando armaduras. Ali estavam Ewan de Unicórnio, Juno de Andromeda e Semir de Lince, cavaleiros de bronze, além de Regulus de Cão Maior, um cavaleiro de prata, que formavam o outro batalhão da ronda. Da boca de uma das figuras surge uma voz aterradora que diz:

- Precisamos de mais poder.


1 - Descrição retirada do romance História de Mei - Tatsuya Hamazaki

Spoiler:
 


Última edição por Narrador em Dom 21 Fev 2010 - 20:56, editado 3 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Zothar de Virgem
Cavaleiro de Ouro
Cavaleiro de Ouro
avatar

Alcunha : ''O mais proximo de Deus''

Número de Mensagens : 4129
Idade : 23
AVISOS :
0 / 30 / 3

Força : 12 +8
Resistência : 10 +8
Agilidade : 7 +8
Energia : 10 +8
Cosmo (%) :
100 / 100100 / 100

Vida (%) :
100 / 100100 / 100

Armadura :
Data de inscrição : 26/04/2008

Cavaleiro
Vida:
420/420  (420/420)
Cosmo:
400/400  (400/400)

MensagemAssunto: Re: Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão   Seg 22 Fev 2010 - 10:47

*Já era à noite, naquele local, estavam patrulhando a noite, quatro cavaleiros de bronze, e para liderá-los um cavaleiro de prata, essa patrulha, era sempre feita por cavaleiros de baixo nível, o cavaleiro de dragão, que era um dos cavaleiros, que estavam vigiando o santuário, recebendo ordens de seu superior, Kain de Lira, o cavaleiro de prata que era chefe da ronda. Turel o cavaleiro de dragão, estava fazendo a sua parte, estava vigiando o Santuário, pensava que seria mais uma ronda normal, ele ficava olhando para todos os lados.*

//Que tédio, nunca vi acontecer nenhuma invasão, se pelo menos algo acontecesse, poderia finalmente testar meu poder, mas acho que será apenas, uma noite como qualquer outra.//

*Alguns minutos depois disto, não só Turel, como os outros cavaleiros que estavam na ronda, ouviram uns gritos, que eram em direção ao norte, todos os cavaleiros que estavam patrulhando, não pensaram duas vezes, foram em direção aos gritos, e quando viram o que tinha acontecido, ficaram surpreendidos, três cavaleiros de bronze, e um de prata, mortos por duas criaturas colossais, Turel não sabia o que era, apesar de triste pelos seus companheiros, ele ao mesmo tempo estava alegre, porque finalmente teria uma chance real, de mostrar seu valor a sua deusa.*

//Então, vi que estava errado, realmente algo interessante aconteceu, finalmente vou poder testar meu poder, se eu morrer, só prova que sou um fraco, se eu sobreviver, prova que eu tenho capacidade, de proteger minha deusa.//
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Kain de Lira
Level 2
Level 2
avatar

Alcunha : A melodia destinada à Athena

Número de Mensagens : 111
AVISOS :
0 / 30 / 3

Força : 1 +0
Resistência : 1 +0
Agilidade : 1 +0
Energia : 1 +0
Cosmo (%) :
0 / 1000 / 100

Vida (%) :
0 / 1000 / 100

Data de inscrição : 23/11/2009

Cavaleiro
Vida:
10/10  (10/10)
Cosmo:
0/0  (0/0)

MensagemAssunto: Re: Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão   Ter 23 Fev 2010 - 8:48

Santuário, Grécia.

O centro do reino de Athena sobre a Terra. Reduto dos cavaleiros, aqueles que juraram defender a deusa da humanidade com suas vidas. E eu estava entre eles. Após diversas provações, eu conseguira provar que era digno de tal posto. E já fazia tanto tempo que sequer parecia real. Instruir novos aspirantes, realizar as missões propostas pelo Grande Mestre... Uma rotina que poderia ser considerada normal.

Mas essa noite prometia algo mais.

Dragão, Lobo, Camaleão e Cisne eram meus companheiros naquela noite. Patrulhávamos o perímetro do Santuário, e tudo estava calmo. A brisa tocava levemente nossos rostos como se dissesse: Não se preocupe, nada pode dar errado. E por mais que esse pensamento me confortasse, eu sabia que algo estava errado. Havia um sentimento de fúria e dor no ar... Que nem mesmo a calmaria do vento podia esconder.

Sim, a calmaria. A mesma que precede uma tempestade. E esse era a verdade que eu esperava evitar, realmente esperava. Resolvi me dirigir aos cavaleiros que ali estavam. Preferia preveni-los a ter que arcar com as conseqüências depois.

-Melanie. Cedric. Turel. Ramy. Peço que fiquem alertas a partir de agora. Creio que algo está...

Não tive tempo nem mesmo de terminar minha sentença; ouvimos gritos aterradores ao norte de nossa direção. A sensação se intensificou, e eu tive certeza que minhas desconfianças eram corretas. Com um sinal rápido, liderei os quatro para o lugar onde os gritos foram emitidos. Eu esperava qualquer coisa, menos aquilo.

Duas figuras se moviam. Obviamente não eram humanas. Eram enormes, e delas era possível sentir algo maligno. Além de toda a destruição, cada um deles segurava um corpo com uma de suas mãos. Imediatamente reconheci as armaduras: servos de Athena. O outro grupo, liderado por Cão Maior. Duvidava que estivessem vivos, e isso só tornava a verdade ainda mais aterradora: O que eram essas criaturas, capazes de vencer três cavaleiros de bronze e um de prata com tamanha facilidade?

-Melanie, você vem comigo. Os outros três, cuidem do menor. Priorizem ataques para distraí-los até pegarem os corpos. Não creio que pelo tamanho sejam rápidos, mas ainda assim cuidado com eles. Não sabemos o que esperar deles. E em hipótese alguma deixem que eles passem por vocês. Eles não podem alcançar o Santuário!

Quando terminei meu pequeno discurso, me virei para os inimigos. Um deles acabara de gritar “Precisamos de mais poder”. E só então eu percebi a mudança no ar: A brisa agora tomara uma forma mais feroz. A simbologia: Uma tempestade. Comecei a elevar meu cosmo, de modo a atrair a atenção deles. Mal sabia eu que isso era apenas o início de uma grandiosa saga...
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Narrador
Level 4
Level 4
avatar

Número de Mensagens : 412
AVISOS :
0 / 30 / 3

Força : ???
Resistência : ???
Agilidade : ???
Energia : ???
Cosmo (%) :
100 / 100100 / 100

Vida (%) :
100 / 100100 / 100

Data de inscrição : 16/07/2008

MensagemAssunto: Re: Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão   Sex 26 Fev 2010 - 11:24

- Irmão, então acho que podemos levar eles também, o que acha? – respondeu a voz esganiçada do menor, enquanto apontava para os cavaleiros que haviam se aproximado.

O outro olhou para os cinco cavaleiros tentando examiná-los. O prateado chamou sua atenção. Ele era tão poderoso quanto o que segurava em seus ombros. Talvez com o poder dele pudesse cumprir seu dever. Desejou-o no mesmo instante. Levaria aquele corpo consigo. Assim teria poder suficiente.

- Só vejo vermes ali, irmão. Apenas o de armadura prateada parece interessante. Os outros são descartáveis.

Falavam entre si, como se estivessem sozinhos. Parecia que a presença dos cinco cavaleiros não lhe causava nenhum tipo de receio. Poderia parecer que confiava apenas em seu tamanho, o que não era verdade, pois, para seu poder, aqueles cavaleiros não passavam de vermes.

Astutamente, Kain organizou uma formação de batalha, dividindo o grupo em dois, sedo que ele e Melanie iriam atacar o maior e os outros três, Cedric, Turel e Ramy ficariam com o menor. Entretanto, mal sabia ele que dividir-se poderia ser pior, pois quanto mais unidos estivessem, mais chances teriam de um sair com vida.

Vendo que os cinco tomavam uma formação, o maior apontou o dedo para o prateado de novo e falou ao irmão, que estava ao seu lado.

- Parece que os tolos querem nos enfrentar, irmão. – falou com desdém. Depois, virando-se para os cavaleiros, gritou e sua voz ecoou como o trovão que ribombou no céu naquele instante. – Venham, cavaleiros! Venham juntar-se a seus amigos!

Desafiando-os para a batalha, ele deixou os corpos que estavam em seus ombros caírem no chão e esperou pelo ataque dos cavaleiros. O outro nada fez, continuou em sua posição, talvez esperando a hora de ir embora.

Spoiler:
 


Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Kain de Lira
Level 2
Level 2
avatar

Alcunha : A melodia destinada à Athena

Número de Mensagens : 111
AVISOS :
0 / 30 / 3

Força : 1 +0
Resistência : 1 +0
Agilidade : 1 +0
Energia : 1 +0
Cosmo (%) :
0 / 1000 / 100

Vida (%) :
0 / 1000 / 100

Data de inscrição : 23/11/2009

Cavaleiro
Vida:
10/10  (10/10)
Cosmo:
0/0  (0/0)

MensagemAssunto: Re: Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão   Sex 26 Fev 2010 - 14:04

“Descartáveis”.

Essa fora a palavra usado por aquele maldito. Descartáveis.

Voltei a contemplar a cena ao meu redor: Destruição até onde meus olhos podiam ver. Os milhares de gritos e apelos de socorro proferidos por cada um daqueles que jaziam ali, sem vida. Os corpos dos outros cavaleiros, símbolos de uma busca tola que sempre trouxe nada mais do que morte: a busca por poder. Qualquer que fossem suas razões, eles ceifaram vidas humanas por nada!

Meu cosmo atraíra sua atenção, isso eu pude perceber. Ele já possuía um cavaleiro de prata, e desejava outro: com que propósito? Um deles dera passos a frente, querendo nos desafiar. O cosmo que ele emanava era composto de uma força e de uma maldade que eu nunca havia presenciado, e ainda assim eu estava disposto a comprar essa briga. Sentia a dor de todos, trazida pelo vento. Sentia o pesar, os sonhos destruídos... Tudo causado por tais monstros.

Eles iriam pagar. Nem que meu sangue fosse derramado, eu os levaria comigo. Isso era a minha promessa.

-Vocês! –Gritei para os cavaleiros logo atrás de mim. –Ele é poderoso, mas pode ser derrotado. Eu o atacarei agora, e vocês aproveitarão o momento certo. Tirem os corpos das mãos dele, repito. E usem o tamanho dele ao nosso favor. Por exemplo, ele muito provavelmente é lento, portanto vai ser difícil se movimentar em um ambiente mais gelado, Cisne. Apenas juntos seremos capazes de derrotá-lo, tenham isso em mente.

Voltei-me para o gigante, ou o que quer que ele fosse. Explodi meu cosmo, tentando atrair mais a sua atenção. -–Maldito seja você, tolo que se compraz na morte. Seu destino é não passar daqui para pagar seus pecados. E em nome de Athena, você será silenciado!

Comecei a entoar minha terceira melodia: O réquiem em memória daqueles que eu um dia perdi. Enquanto a música se espalhava por todo o local, o pesar transformava-se em fúria, e o vento à minha volta começou a seguir minha vontade.

-Eolos’ Requiem!

Após ativá-la, não pensei duas vezes: Rompi o escudo temporariamente e disparei as milhares de agulhas em seus olhos, mãos e pés. Talvez não fossem capazes de causar danos severos, mas ao menos daria tempo para que os outros agissem. Era a hora de mostrar do que os “vermes” eram capazes de fazer.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Pavel de Esfínge
Espectro
Espectro
avatar

Alcunha : "A Melodia Sinistra do Meikai"

Número de Mensagens : 1512
Idade : 27
AVISOS :
0 / 30 / 3

Força : 10 +5
Resistência : 9 +5
Agilidade : 8 +5
Energia : 9 +5
Cosmo (%) :
100 / 100100 / 100

Vida (%) :
100 / 100100 / 100

Data de inscrição : 09/04/2009

Cavaleiro
Vida:
240/240  (240/240)
Cosmo:
300/300  (300/300)

MensagemAssunto: Re: Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão   Sab 6 Mar 2010 - 17:11

OFF: Já que ninguém se habilitou a postar vou dando continuidade


Última edição por Pavel de Esfínge em Sab 6 Mar 2010 - 17:13, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Narrador
Level 4
Level 4
avatar

Número de Mensagens : 412
AVISOS :
0 / 30 / 3

Força : ???
Resistência : ???
Agilidade : ???
Energia : ???
Cosmo (%) :
100 / 100100 / 100

Vida (%) :
100 / 100100 / 100

Data de inscrição : 16/07/2008

MensagemAssunto: Re: Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão   Sab 6 Mar 2010 - 17:12

O golpe acerta em cheio o gigante, fazendo a poeira levantar a ponto de encobrir a sua silhueta por um instante. Entretanto, ao baixar, ela revela a inutilidade do ataque. Mesmo sendo certeiro, não havia uma marca de arranhão no Giga, que não parecia ter sido atingido por mais que uma pena. Apenas o manto que o encobria sofrera danhos, pois caía totalmente rasgado por seu corpo, revelando a forma que escondia.

E o Giga apenas ri. Um riso que faz tremer a Terra de tão macabro. Era uma forma aterrorizante que estava à frente dos cavaleiros agora, pois já não tinha o manto para lhe esconder. Eram dois metros e meio de puro terror. Seu corpo trajava um traje desconhecido aos cavaleiros, uma armadura de diamante, que também poderia ser chamada de “armadura de cristal”. Um traje composto de polígonos de cristal com um brilho hipnotizante. Era o traje das Adamas, feita da própria Grã-Terra, a proteção de Gaia a seus filhos. Segundo a tradição, cada Adamas tem sua pedra preciosa que a caracteriza. Na armadura de Ágrios brilhava o lápis-lazúli.

– Inseto! Quem pensas que és ao atacar um Deus? Tolo, compraste a sua morte e a de seus amigos! – grita com ferocidade o gigante. – Saiba, eu sou Ágrios, a Força Brutal, o seu carrasco, verme. Sinta a força de Gaia!

Pressão dos Penhascos!

O Giga salta na direção dos cavaleiros, impulsionando-se no chão. Seu avanço causa rasgos na terra e é tão rápido que nem o prateado consegue ver, apenas senti-lo, pois o acerta em cheio, jogando-o longe e debilitado.

O gigante agora volta seus olhos aterrorizantes para os outros, desafiando-os. Seus punhos pareciam agora maiores. Seus músculos pareciam mais rígidos e ele parecia ter o dobro do tamanho. Como aquilo era possível? Que força era aquela? Será que os bravos cavaleiros de Athena teriam chance?

Spoiler:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão   

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Gigantomaquia - Prólogo/ Capítulo I - A Invasão
Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» Capítulo 1 - A Invasão
» [Recrutamento] Seeking Online - Capítulo 1: Aurora e Pecado
» Bleach - Shinigami Saga - Capítulo 1 (Tópico de jogo)
» Capítulo 2 - Uma Noite na Taverna
» [Apresentação] Singela Dualidade - Capítulo I

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Saint Seiya World :: Área Livre :: Gigantomaquia-
Ir para: